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Defesa volta a pedir prisão domiciliar para Bolsonaro após detenção na PF

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Defesa volta a pedir prisão domiciliar para Bolsonaro após detenção na PF
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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a solicitar, neste domingo (23), a concessão de prisão domiciliar. O pedido foi apresentado um dia após o político ser detido preventivamente e levado para a Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Bolsonaro foi preso no sábado (22) após a violação da tornozeleira eletrônica, que motivou a decretação da prisão pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a decisão que fundamentou a prisão preventiva, a violação do equipamento de monitoramento representou risco concreto à ordem pública e possível tentativa de fuga. A defesa, no entanto, argumenta que o ex-presidente não teve intenção de burlar o monitoramento e sustenta que medidas menos gravosas, como o retorno à prisão domiciliar, seriam suficientes para garantir o cumprimento das determinações judiciais.

Os advogados Celso Vilardi e Paulo Cunha Bueno, que acompanham o caso, têm reiterado que Bolsonaro apresenta condições de saúde que justificariam o recolhimento domiciliar e afirmam que irão insistir na revisão da decisão. Eles reforçam ainda que o ex-presidente permanece colaborando com as autoridades e que a manutenção da prisão preventiva seria desproporcional.

O novo pedido da defesa será analisado pelo ministro Alexandre de Moraes, responsável pelo processo. Enquanto isso, Bolsonaro segue custodiado na sala especial da PF em Brasília. A equipe jurídica do ex-presidente informou que seguirá atualizando a imprensa conforme novos desdobramentos do caso forem divulgados.

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