Na mesma decisão, o magistrado também negou a transferência dos acusados para outras cadeias, conforme pretendia a defesa, alegando problemas de saúde. "No momento, não autorizo transferência de preso para outras unidades. Supostas enfermidades devem ser examinadas pela direção da unidade prisional".
Em dezembro do ano passado, a Justiça determinou que os réus fossem levados à júri popular, mas a defesa dos acusados pediu que a decisão fosse reconsiderada. Segundo o Tribunal de Justiça, Simão não acatou os recursos da defesa dos policiais.
Patrícia Acioli foi morta no dia 11 de agosto de 2011, com 21 tiros, na frente da casa dela, em Niterói. Os acusados serão julgados por homicídio qualificado e formação de quadrilha.



