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CPMI do INSS aprova prisão preventiva do advogado Nelson Wilians

CPMI do INSS aprova prisão preventiva do advogado Nelson Wilians
CPMI do INSS aprova prisão preventiva do advogado Nelson Wilians

O advogado Nelson Wilians Fratoni Rodrigues teve a prisão preventiva aprovada pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS nesta quinta-feira (25). Wilians foi alvo de busca e apreensão da Polícia Federal em 12 de setembro, na mesma operação que resultou na prisão dos empresários Antônio Carlos Camilo Antunes, o “careca do INSS”, e Maurício Camisotti. A investigação apura suspeitas de fraudes em benefícios previdenciários e movimentações financeiras atípicas de seu escritório, estimadas em R$ 4,3 bilhões entre 2019 e 2023.

Durante a ação, foram apreendidos no escritório de Wilians objetos de luxo, incluindo dinheiro, relógios, obras de arte, armas, além de veículos de alto valor, como uma Ferrari F8 e uma réplica da McLaren MP4/8 de Ayrton Senna. Em depoimento à CPMI na semana passada, Wilians se recusou a comprometer-se a dizer a verdade e respondeu apenas parcialmente às perguntas dos parlamentares, negando envolvimento em fraudes no INSS.

Nelson Wilians é advogado especialista em Direito Empresarial e fundador do escritório Nelson Wilians Advogados (NWADV). Natural de Cianorte (PR), ele se tornou uma figura de destaque nacional, atuando em casos de grande repercussão, como a defesa de Rose Miriam Di Matteo, mãe dos filhos de Gugu Liberato. Wilians também é conhecido por sua presença midiática, palestras e publicações, incluindo o livro “Loucura, Não. Coragem!”, e foi o primeiro advogado a estampar a capa da revista Forbes.

Ao longo da carreira, Wilians acumulou diversos prêmios e reconhecimentos, incluindo títulos de cidadania honorária em diferentes estados e menções em rankings internacionais. Apesar da visibilidade, ele agora enfrenta medidas cautelares da Justiça em decorrência das suspeitas de irregularidades nas movimentações financeiras de seu escritório e possíveis envolvimentos em fraudes previdenciárias.

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