A vacinação contra o coronavírus em massa deve acontecer apenas na metade de 2021. A informação foi dada pelo ex-secretário de Vigilância em Saúde do governo federal, Wanderson de Oliveira, em uma entrevista para a CNN.
Para a emissora, Wanderson afirmou que ainda no fim de 2020, entretanto, haverá um problema ponto de vista logístico e operacional quanto ao monitoramento da campanha vacinal para o país.
"Eu não acredito que teremos vacina antes de metade do próximo ano. Possivelmente, podemos ter uma vacina, enquanto produto, ainda no final deste ano. Isso é uma possibilidade. Mas falar entre o produto estar pronto e ele estar disponível para ser aplicado nas pessoas tem uma distância muito grande", disse Wanderson para a CNN.
As vacinas mais aguardadas são a a vacina russa Sputiki V mostrou ser eficaz até a etapa 2 de testes. A tecnologia promete ser testada pelo Instituto de Tecnologia do Paraná; A de Oxford, desenvolvida com a Universidade Federal de São Paulo; e a CoronaVac, desenvolvida por um laboratório chinês e o Instituto Butantan.

