O animal, de nome científico Asio clamator, estava com uma das asas ferida e foi vista por moradores em um terreno. Esse tipo de ave começou neste mês seu período de reprodução. Ela foi levada pela guarda de Valinhos para o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres, da organização não governamental (ONG) Mata Ciliar, em Jundiaí.
A coruja-orelhuda, também conhecida como coruja-gato em parte do Nordeste, por causa do penacho bem desenvolvido sobre as orelhas, vive em ninhos feitos em ocos de árvores e no chão. De médio porte - ela tem de 30 cm a 38 cm -, a coruja tem hábitos noturnos, por isso é difícil de ser vista nas cidades.

