Em primeiro lugar, todos os passageiros terão de ter assistência imediata por parte das companhias aéreas e informações claras sobre o motivo das paralisações e do tempo necessário estimado para a normalização dos voos. Além disso, os usuários também deverão ser informados sobre quem é a autoridade responsável, no aeroporto, pelo plano de contingência, deixando claro o nome, cargo e até mesmo sala onde a autoridade poderá ser contactada. Também poderá ser deslocado pessoal para o atendimento desses passageiros e os turnos de trabalho serão estendidos até que o funcionamento do aeroporto afetado volte a ter operação normal.
"Os passageiros não podem perder a capacidade de planejar suas próprias vidas, e é isso o que acontece quando se passam três a quatro horas nos aeroportos sem informações", disse Moreira Franco, durante a reunião. "Além de resolver o problema operacional do aeroporto, os planos de contingência tem de garantir o conforto, a segurança e o bem-estar dos usuários", completou o ministro.
Os aeroportos de Congonhas e Santos Dumont foram escolhidos para serem os primeiros a terem esses novos procedimentos porque estão entre os mais movimentados do País e são os que geralmente registram mais ocorrências. Nesta terça-feira, inclusive, passageiros do Santos Dumont enfrentaram problemas. Por causa do mau tempo, alguns voos foram transferidos para o aeroporto Tom Jobim, gerando transtornos para os usuários.

