Guilherme Raymo Longo foi condenado a 40 anos de prisão, nesse sábado (21), pelo assassinato do enteado Joaquim Ponte Marques, 3, em Ribeirão Preto, em São Paulo.
A criança foi morta em novembro de 2013, após Guilherme aplicar mais de 160 ampolas de insulina nela. Depois de matar Joaquim, ele jogou o corpo do menino em um rio próximo da residência da família.
O caso teve ampla repercussão no país e ficou conhecido como “Caso Joaquim”. Na época, o padrasto conseguiu fugir, mas foi preso em 2018, pela Interpol, na Espanha.
Deportado para o Brasil, ele estava preso desde então. Além de Guilherme, a mãe de Joaquim, Natália Ponte, também virou réu no processo e estava sendo julgada por omissão, uma vez que sabia que o marido fazia uso de drogas e era violento e mesmo assim permitiu que ele convivesse com a criança.
O julgamento dos dois ocorreu durante os últimos seis dias, 10 anos depois do crime. Natália foi inocentada das acusações, mas Guilherme foi condenado e deve cumprir pena em regime fechado.

