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Caso de Ryan Lochte é reaberto pelo Ministério Público

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O Ministério Público do Rio denunciou à Justiça nesta sexta-feira (11) o nadador americano Ryan Lochte por falsa comunicação de crime. A informação é da Rede Globo. Durante a Olímpiada do Rio, em agosto de 2016, ele mentiu ao dizer à imprensa americana que foi assaltado na Barra da Tijuca. Arquivado em julho deste ano, o caso foi reaberto em ação do Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor (GAEDEST/MPRJ).

Durante a Olimpíada, Lochte concedeu uma entrevista à rede NBC News relatando que ele e mais dois atletas teriam sido roubados em um posto de gasolina após sair de uma festa na Casa da França. A informação foi confirmada por ele durante um depoimento perante uma delegado da Delegacia Especial de Atendimento ao Turista (DEAT). Ele disse que homens identificados como policiais apontaram uma arma e levaram sua carteira.

Na investigação, a polícia descobriu que Lochte havia mentido. As gravações do circuito interno da Vila Olímpica e do posto de gasolina indicaram que o roubo não aconteceu. Os atletas teriam depredado um posto de gasolina e se envolvido em uma confusão com os funcionários, inventando o crime de roubo para encobrir os fatos.

À época, o MP-RJ sugeriu como pena uma multa de R$ 70 mil em cestas básicas, mas a defesa de Lochte conseguiu um habeas corpus, alegando que o nadador não cometeu crime. Como Lochte não reside no Brasil, mas o país mantém um acordo de assistência com os Estados Unidos, há a expectativa de que possa ocorrer a tomada de depoimento do nadador e o fornecimento de documentos pode ser realizada no exterior.

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