Por volta das 8h, cerca de 50 profissionais da área da saúde se reuniram em frente ao vão livre do Museu de Artes de São Paulo (Masp). Eles protestam contra o Ato Médico, que dispõe sobre procedimentos como diagnóstico e tratamentos. A maior parte dos manifestantes são fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais. Segundo a CET, o protesto ocupa apenas parte da faixa da direita da Avenida Paulista no sentido Consolação e não há reflexos no trânsito.
A lentidão na região é registrada na rua Augusta e na rua Martins Fontes, devido a uma outra manifestação que bloqueia totalmente a rua Quirino de Andrade, na altura do número 214, onde fica o prédio da Unesp. Segundo a PM, cerca de 60 professores e funcionários das universidades públicas de São Paulo (entre elas, Unesp, USP e Unicamp) reivindicam melhorias trabalhistas.
Um terceiro protesto acontece em frente à Estação Capão Redondo do Metrô, na zona sul. Um pequeno grupo de manifestantes do Movimento Luta Popular e do Conlutas pede melhores condições de moradia, saúde e transporte público da região.
Na região central, comerciantes da Feira da Madrugada ocupam desde o início da manhã o cruzamento entre a Avenida do Estado e a Rua São Caetano. A CET informou que os manifestantes passaram a ocupar totalmente a avenida no sentido Santana e orientam os motoristas a evitarem o local.

