Para substituir o petróleo na produção de plásticos, a Universidade de São Paulo (USP) desenvolveu uma substância derivada do bagaço de cana-de-açúcar. A ideia é buscar alternativas para construir moléculas fontes de carbono, que é a biomassa.
Segundo a Agência Brasil, a matéria-prima usada no estudo tem em grande quantidade no Brasil e já gerou mais de 160 milhões de toneladas de bagaço de cana, em 2016.
Para chegar ao mercado é necessário mais algum longo período de testes industriais, só assim para conseguir determinar os custos da produção ou tempo de decomposição quando esses materiais forem descartados. A estimativa é de que em cinco anos esteja pronto para o consumidor.
Os resultados foram publicados na revista científica britânica Green Chemistry.

