"Recebemos um documento com várias reivindicações e vamos discuti-los com os organizadores do movimento", disse Cintra. Entre as reivindicações constantes na pauta entregue aos vereadores estão a criação de um Pronto Atendimento e a reabertura da Santa Casa local, cursos de qualificação profissional e de qualificação para os funcionários públicos, transparência nas contas e nos atos da administração municipal, redução da tarifa de ônibus de R$ 2,85 para R$ 2,50 e tarifa zero para o trenzinho urbano, que atravessa a cidade.
"Vamos desdobrar esta pauta e também vamos ao Judiciário e ao Executivo levar nossas reivindicações", disse a estudante de administração Graziele Aparecida de Lima, 24 anos, uma das coordenadoras do movimento. Segundo ela a manifestação foi pacífica. O presidente da Câmara confirmou a informação, mas um dos manifestantes, não identificado, teria atirado uma pedra em direção à mesa diretora da Câmara, no momento em que os vereadores conversavam com o grupo, mas ninguém ficou ferido. "Permanecemos com a Casa aberta, mesmo sabendo que a manifestação se dirigiria para cá", afirmou Cintra. Outras repartições públicas, bancos e parte do comércio da cidade fecharam as portas mais cedo.

