A Câmara dos Deputados cobrou R$ 13,9 mil do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por quatro faltas injustificadas em março, quando ele já estava nos Estados Unidos, antes de pedir afastamento do mandato.
Como não houve pagamento, a Casa iniciou o processo para incluí-lo no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin), e o débito também pode ser inscrito na Dívida Ativa da União.
O valor foi apurado após apontamento do TCU e não pôde ser descontado do salário porque não havia saldo suficiente. O gabinete do parlamentar foi notificado em agosto.




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