José Carlos Oliveira, presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), informou nesta quarta (02) que não será mais necessário sair de casa para fazer a prova de vida, e que o governo vai oferecer outros meios para confirmar se o beneficiário está vivo.
A nova medida ainda não tem data de início e vai valer após ser publicada no Diário Oficial da União. De acordo com Oliveira, caso o governo não encontre dados recentes da pessoa, irá até a residência do beneficiário para a prova biométrica.
Conforme o governo federal, o INSS tem até o dia 31 de dezembro de 2022 para se adaptar às mudanças. "Até essa data, o bloqueio de pagamento por falta da comprovação de vida fica suspenso", informou.
José explicou que entre os meios de fazer a prova de vida estão: se o cidadão tirar ou renovar o passaporte, se o cidadão tirar carteira de identidade ou renovar o documento, se o cidadão votar, se fizer transferência de veículo, ou, se fizer empréstimo consignado. Conforme o Palácio do Planalto, emissão ou renovação de carteira de motorista, e, registros de vacinação ou de consultas no SUS também serão aceitos como prova.
Ainda segundo o presidente do INSS, cerca de 36 milhões de brasileiros se deslocam para fazer a prova de vida atualmente. Destes, 5 milhões são pessoas com mais de 80 anos de idade. A exigência tem como objetivo evitar fraudes e torna possível a manutenção do pagamento.


