Quando PMs formaram uma barreira em frente ao prédio do Comando Militar do Leste (CML), alguns manifestantes negociaram com um coronel da PM a chegada do grupo até a Central do Brasil, que foi autorizada. Não houve atos de depredação nem conflito com policiais até a chegada à Central, às 20 horas. Quando PMs se aproximaram para acompanhar o protesto, a partir do Teatro Municipal, o grupo ironizou: "A PM aderiu/a PM aderiu".
Os mais criticados nas duas horas de caminhada foram os peemedebistas Sérgio Cabral Filho, governador do Rio, e Renan Calheiros, presidente do Senado. Os manifestantes também criticaram a realização da Copa do Mundo no Brasil em 2014, a violência policial no Rio e partidos políticos, entre outros temas. No fim da tarde, aposentados e pensionistas já haviam realizado uma manifestação na Rio Branco, que ocupou três das cinco pistas.

