O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve concentrar parte das agendas de campanha do segundo turno ao lado de candidatos petistas que ainda disputam eleições estaduais. A estratégia faz parte da reorganização da campanha após o resultado do primeiro turno.
Além das agendas com aliados nos estados, o comando petista passou por mudanças para a nova fase da disputa. O senador Camilo Santana (PT-CE) assumiu a coordenação-geral, enquanto Rui Costa ficará responsável pela agenda de viagens e Rafael Fonteles pela comunicação.
A campanha também pretende contar com governadores, senadores e deputados eleitos para ampliar a mobilização nos estados. A estratégia inclui reforçar a atuação em regiões consideradas importantes para a disputa presidencial, especialmente Minas Gerais e São Paulo.
Lula passou a intensificar as reuniões com aliados depois do primeiro turno e reconheceu problemas na organização da campanha. Em uma reunião com integrantes do PT, o presidente afirmou que a campanha ficou abaixo do que poderia ter feito e criticou a organização da estrutura eleitoral.
No segundo turno, marcado para 25 de outubro, Lula enfrenta Flávio Bolsonaro (PL). A campanha petista avalia estratégias para ampliar a votação e também busca fortalecer a presença digital e a mobilização de aliados.
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