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Após 13 dias de motim, agentes tentam retomar controle no presídio de Alcaçuz

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 Após 13 dias de motim, agentes tentam retomar controle no presídio de Alcaçuz
Após 13 dias de motim, agentes tentam retomar controle no presídio de Alcaçuz
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Homens do Grupo de Operações Especiais (GOE) do governo do Rio Grande do Norte e agentes penitenciários da força-tarefa federal entraram, na manhã desta sexta-feira (27), na Penitenciária Estadual de Alcaçuz. A operação, denominada Phoenix, tem como objetivo retomar, reestabelecer e reformar o presídio, palco de uma rebelião que deixou 26 mortos no dia 14 de janeiro.

 A operação também tem como objetivo realizar uma revista no local. Segundo o comando da operação, os pavilhões 4 e 5, onde ficam detentos ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC), foram retomados. 

Em Alcaçuz, 26 detentos foram mortos desde o início do ano em uma rebelião motivada pela briga entre facções criminosas. O nome da Operação Phoenix é uma alusão a um pássaro da mitologia grega que, quando morria, entrava em auto-combustão e, passado algum tempo, renascia das próprias cinzas.

A penitenciária está dividida em duas. Para evitar que membros do PCC e do Sindicato do RN, facção rival, circulem livremente  pelos pavilhões do presídio após diversas mortes confirmadas, contêineres provisórios foram instalados para separar os pavilhões 4 e 5 (do PCC) dos pavilhões 1, 2 e 3 (do Sindicato RN). Posteriormente os contêineres serão substituídos por um muro de concreto.

 

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