Alckmin disse que não colabora para a ineficiência do transporte público da capital. Questionado se considerava positiva a medida da administração federal de retirar os investimentos em mobilidade urbana do cálculo de endividamento dos governos dos Estados e prefeituras, ele insistiu na crítica à gestão federal para revidar a presidente. "Eu não colaboro para isso (ineficiência do transporte coletivo). Nós poderíamos ter mais financiamento para poder fazer mais obras", afirmou.
Alckmin disse ser positivo o Poder Executivo federal investir em corredores de ônibus, mas voltou a alfinetar Dilma, ao afirmar que o governo estadual apresentou à União seis projetos de investimento no metrô, com verba nacional, que totalizariam R$ 10,8 bilhões. O governador de São Paulo rebateu ainda as criticas feitas por ela à extensão da malha metroviária. "São Paulo tem uma boa rede." O metrô da cidade possui 74 quilômetros de extensão. "Como é possível uma cidade do tamanho de São Paulo sem transporte metroviário?", questionou Dilma, nesta quarta-feira, 31.



