No anúncio da revogação, feito na última quarta-feira, 19, que fará o preço das passagens do metrô e dos trens passar de R$ 3,20 para R$ 3 na próxima segunda feira, 24, o governador Geraldo Alckmin já havia dito que seria preciso "sacrificar investimentos".
Segundo Semeghini, o Estado não tinha dinheiro para arcar com a manutenção da tarifa em R$ 3. "Não cabe a mim (avaliar se a decisão foi correta), é uma decisão do governador. Ele já tomou, portanto, eu respeito", disse, ressaltando que o que havia sido repassado era o 'extremamente necessário".
De acordo com o secretário, algumas obras com cronograma atrasado estão sendo avaliadas. "Não vamos cortar na saúde, educação e transporte, por decisão do governador. Provavelmente serão obras de infraestrutura", disse.
