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Aécio Neves e mais 11 pessoas são indiciadas por corrupção passiva, ativa, e desvio de recursos públicos

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O ex-governador e atual deputado federal Aércio Neves (PSDB-MG) e mais 11 pessoas foram indiciadas na tarde desta quinta-feira (7), em um inquérito da Polícia Federal que investiga superfaturamentos na construção da Cidade Administrativa de Minas Gerais. Os crimes investigados são de corrupção passiva e ativa, desvio de recursos públicos e falsidade ideológica. 

Conforme o relatório da PF, há indícios de desvio de recursos públicos através de contratações fictícias, e o processo de licitação foi armado para um grupo vencer a licitação. A Cidade Administrativa foi orçada inicialmente em R$ 900 milhões, mas o TCE-MG afirma que o custo final passou de R$ 1,8 bilhão.

O ex-diretor superintendente da Odebrecht, em Minas Gerais, Sergio Neves, delatou o suposto esquema de desvio de dinheiro durante as obras, e afirmou que Oswaldo Borges, então presidente da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig),determinou que 3% de um contrato de R$ 360 milhões com a Odebrecht Queiroz Galvão e OAS iriam para futuras campanhas políticas de Aécio Neves.

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