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Advogados entram com pedido de prisão cautelar de Moro, Dallagnol e mais 3 procuradores

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 Advogados entram com pedido de prisão cautelar de Moro, Dallagnol e mais 3 procuradores
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O Coletivo Nacional de Advogadas e Advogados pela Democracia (CAAD) deu entrada, na noite do sábado (15), no Superior Tribunal da Justiça, a um pedido de prisão em caráter cautelar do juiz Sérgio Fernando Moro e dos procuradores federais Deltan Martinazzo Dallagnol, Laura Gonçalves Tessler, Carlos Fernando dos Santos Lima e Maurício Gotardo Gerum , que apareceram em mensagens reveladas na última semana pelo site The Intercept.

Conforme a informação divulgada pelos Jornalistas Livres, a peça assinada pelo grupo de juristas pede que as prisões ocorram “para a garantia da ordem pública e conveniência da instrução criminal, nos termos dos arts. 312 e 313, I, CPP", e justifica que “restam inexoravelmente presentes os requisitos do ‘ fumus comissi delict i’  [onde há fumaça há fogo] e do ‘periculum in libertatis ’ [perigo da permanência do suspeito em liberdade], seja para resguardar a ordem pública ou para conveniência da instrução criminal.”

O CAAD afirma que o ex-juiz e atual ministro de Bolsonaro, Sérgio Moro, o procurador da Lava-Jato Deltan Dallagnol, e outros procuradores citados no pedido, estariam manipulando a imprensa e podem estar destruindo provas para encobrir possíveis crimes como o de "formação de organização criminosa, corrupção passiva, prevaricação e violação de sigilo funcional", e ainda crimes contra o regime representativo e democrático, a Federação e o Estado de Direito.

“Protocolamos o pedido de instauração de inquérito. São medidas práticas de prisão cautelar  para evitar a fabricação de provas como a que está sendo veiculada pela mídia nesse momento sobre um hacker que está invadindo o Telegram . O próprio aplicativo de mensagens há manifestou que isso não é verdade”, informou o coletivo de advogados aos Jornalistas Livres.

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