
Os pais das adolescentes que cometeram suicídio no Rio Grande do Sul disseram à polícia em depoimento que as duas não apresentaram nenhuma mudança no comportamento que indicasse que elas cometeriam uma tragédia. Segundo o delegado Gustavo Barcellos, ambas as famílias falaram que elas eram normais.
Uma morte ocorreu em Gramado e a outra em Canela, na serra gaúcha. As duas tinham 14 anos e morreram por enforcamento. O delegado que investiga o caso , Gustavo Barcellos, disse que ainda não foi possível esclarecer o motivo que levou ao pacto coletivo.
De acordo com o delegado, uma delas, Kacita, estudava na Escola Estadual Ramos Pacheco, em Gramado. Um dia antes da sua morte, cinco estudantes da oitava série teriam ingerido medicamentos de uso controlado levados por uma colega que faz tratamento contra depressão.
Segundo o delegado, as vítimas que sobreviveram tinham mutilações pelo corpo.
— As que sobreviveram apresentam os mesmos sinais, lesões no pulso. É uma marca do grupo.



