O pai, que é ex-militar, poderá responder pelo crime de omissão de cautela de arma de fogo ("descuido que permite que menor de 18 anos ou pessoa portadora de deficiência mental se apodere de arma de fogo"), previsto no Estatuto do Desarmamento, com pena de um a dois anos de detenção e pagamento de multa.
Os garotos estavam sozinhos na residência. A família de Nayan contou no Instituto Médico Legal que o pai do outro menino deixara a arma já carregada. O socorro foi chamado por uma vizinha.
Os pais de Nayan o levaram para o Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, mas ele não resistiu ao ferimento. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios.


