Embora já seja investigado pelos dois órgãos, Lemos não está oficialmente afastado da Secretaria Municipal de Finanças e será ouvido na condição de testemunha. Nos depoimentos colhidos pela investigação, Lemos é descrito como a pessoa responsável pela sala no Edifício Andraus, no centro, usada pela secretaria, onde começou a ser feita a cobrança de propina que irrigou a quadrilha entre os anos de 2007 e 2012.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

