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Acordo entre China e EUA deixa Brasil com maior taxa do tarifaço

Acordo entre China e EUA deixa Brasil com maior taxa do tarifaço
Acordo entre China e EUA deixa Brasil com maior taxa do tarifaço

O Brasil foi prejudicado pelo novo acordo comercial firmado entre os Estados Unidos e a China. Enquanto os americanos reduziram as tarifas de importação para produtos chineses de 57% para 47%, os produtos brasileiros continuam enfrentando alíquotas de até 50%, tornando o Brasil o exportador com a maior carga tarifária entre os principais parceiros comerciais dos EUA.

A medida causou preocupações no setor produtivo nacional, especialmente no agronegócio e na indústria de transformação, que vinham se beneficiando da guerra comercial entre as duas potências. Com a reaproximação entre Washington e Pequim, o Brasil perde espaço e competitividade, vendo sua soja, carne bovina, aço e alumínio enfrentarem concorrência direta de produtos americanos e chineses em condições mais favoráveis.

O presidente Lula, que se encontrou com Donald Trump durante a cúpula do G20 em Kuala Lumpur, solicitou uma revisão das tarifas aplicadas ao Brasil e anunciou o envio de uma missão diplomática a Washington para tentar negociar melhores condições.

Enquanto isso, a China sinalizou apoio ao Brasil, autorizando a entrada de 183 empresas brasileiras no mercado de café chinês, o que pode aliviar parte das perdas causadas pelo tarifaço americano. Ainda assim, o Brasil precisa diversificar seus mercados e fortalecer sua posição nas negociações internacionais para evitar novas desvantagens em acordos bilaterais entre grandes potências.

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