No Pará, 54,4% das conversas com a inteligência artificial Claude terminam com a ferramenta executando a tarefa de forma mais automática, sem que a pessoa precise revisar ou ajustar o resultado passo a passo, proporção acima da média nacional, de 51,2%, segundo o Anthropic Economic Index, levantamento que cruza o conteúdo das conversas com tarefas típicas de cada profissão.
O padrão contrasta com estados como São Paulo e Rio de Janeiro, onde a divisão entre uso automático e uso como apoio ao trabalho humano fica mais equilibrada. O dado não indica quantas pessoas usam a ferramenta no Pará, mas sim como as conversas atribuídas a tarefas profissionais se comportam quando acontecem.
A tarefa mais comum entre os paraenses é a criação de conteúdo e redação, presente em 31,3% das conversas, a maior fatia entre as categorias medidas, à frente de tarefas de desenvolvimento de software (13,9%) e de educação e aprendizado (12,7%). As categorias profissionais mais associadas ao uso no estado são as ligadas a computação e matemática (24,2%) e a arte, design e mídia (15,9%).
O levantamento também mostra que 14,7% das conversas no Pará têm relação com atividades de estudo, patamar acima da média nacional de 11,5%, sinal de que estudantes têm peso relevante entre quem recorre à ferramenta no estado, além do uso ligado ao trabalho, que soma 55% das interações.




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