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Um olhar crítico sobre os 47 anos da Rede Amazônica

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Por Coluna do Holanda
05/09/2019 às 01h06 — em Coluna do Holanda
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A rede Amazônica completou 47 anos menor do que há três anos, quando Phelippe Daou, um de seus fundadores, ainda era vivo. Phelippe  era um sonhador, mas daqueles que acreditavam que sonhos são escadas que constroem o amanhã. Não vendia dificuldade, corria atrás do prejuízo como quem após um vendaval  volta a pregar o telhado caído. Foi assim que enfrentou vários planos econômicos, várias mudanças de moeda, instabilidades que afetaram suas empresas. Mas nunca parou de sonhar e crescer.

Tinha parceiros importantes, como Joaquim Margarido e Milton Cordeiro - este  um jornalista sem formação, mas um visionário que se revelou um grande administrador. Mais do que empresas de comunicação -  afiliadas em quase toda a região norte - eles conseguiram montar um time de colaboradores  que foi o gás desse crescimento.

Phelippe Daou, entendia, como poucos empresários, que não se constrói nada sozinho e que pessoas não são peças substituíveis facilmente, são  um modelo de ativo importante em qualquer negócio.

O primeiro erro dos herdeiros foi se desfazerem  desse patrimônio intelectual que Phelippe Daou, Joaquim Margarido e Milton criaram . Renovar é bom, mas talento não se encontra na esquina.

Mas  a rede não se desfez . Ainda. E é verdade. Mas há uma crise, que não foi herdada. Nasceu agora.

CIDADES AMAZÔNICAS - Manaus e outras cidades amazônicas vão debater  o desenvolvimento urbano sustentável e a preservação ‘real’ da floresta amazônica, no 1º Fórum de Cidades Amazônicas. A proposta é pertinente ao momento em que o mundo debate as queimadas na Amazônia.

A NOSSA CASA - Há  que se estender um olhar mais crítico para a nossa própria casa, chamada Manaus. No perímetro urbano desmatamentos e queimadas criminosas estão acontecendo para o surgimento de novas invasões humanas.

DEGRADAÇÃO - São dois tipos de degradação acontecendo embaixo do nosso nariz. A degradação ambiental da cidade, e a degradação social de famílias pobres que se submetem a todo tipo de agressão praticada por grupos criminosos.

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Raimundo de Holanda é jornalista de Manaus. Passou pelo "O Jornal", "Jornal do Commercio", "A Notícia", "O Estado do Amazonas" e outros veículos de comunicação do Amazonas. Foi correspondente substituto do "Jornal do Brasil" em meados dos anos 80. Tem formação superior em Gestão Pública. Atualmente escreve a coluna Bastidores no Portal que leva seu nome.

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