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O medo e a morte estão no ar

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Por Coluna do Holanda
28/01/2020 às 02h45 — em Coluna do Holanda
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Parecia impossível que uma coisa tão pequena e invisível pudesse ameaçar o mundo, destruir a paz, desestabilizar a economia, e que a sua simples menção tivesse o poder de abrir  a porta  de nossa casa como  predador da esperança. Esse vírus que se espalha pela China já chegou a Europa e não há barreira eficiente para detê-lo. Pode chegar aqui em horas.  Foi assim há 102 anos - 1919, quando a gripe espanhola matou 60 milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil fez centenas de vítimas, entre elas o presidente da República, Rodrigues Alves.

Era março daquele ano quando a febre atingiu seu auge no País. Registros da época falam em milhares de mortes. Mas na Europa chegava a 60 milhões. Isso em uma época em que as viagens eram mais longas e difíceis, difícil também para o vírus migrar tão facilmente como agora.

A torcida é para que o vírus se enfraqueça  como uma tempestade tropical transformada em garoa. Se isso acontecer terá sido apenas um susto. Mas se o vírus se propagar com a rapidez que se imagina, então  o pior pode acontecer

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Raimundo de Holanda é jornalista de Manaus. Passou pelo "O Jornal", "Jornal do Commercio", "A Notícia", "O Estado do Amazonas" e outros veículos de comunicação do Amazonas. Foi correspondente substituto do "Jornal do Brasil" em meados dos anos 80. Tem formação superior em Gestão Pública. Atualmente escreve a coluna Bastidores no Portal que leva seu nome.

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