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O guindaste do Caprichoso e a medida judicial cheia de riscos

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28/06/2024 às 23h32 — em Coluna do Holanda
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A decisão do desembargador Lafayette Carneiro Vieira Júnior, de derrubar medida de segurança adotada pelo Corpo de Bombeiros, que proibiu o uso de guindaste pelo Boi Caprichoso, foi desproporcional, açodada e cheia de riscos. A proibição  adotada pelos Bombeiros visou unicamente a segurança dos brincantes, dos trabalhadores e do público. 

Ao interferir o desembargador desautorizou os bombeiros e deixou que a sorte determinasse o nível de segurança de um equipamento de difícil manejo e que tem provocado tragédias Brasil afora.

Os bombeiros, pelo seu profissionalismo, estão alheios às disputas entre os dois bois. Desautorizá-los levou a questão segurança para o campo das rivalidades, do qual o Judiciário também deveria estar afastado.

Agora a torcida, mais do que nunca, é para que tragédias como a verificada em 2022, durante o festival das cirandas, em Manacapuru, quando um guindaste rompeu e deixou mais de 20 feridos,  não se repitam.

Garantido  mesmo é o que os bombeiros Caprichosamente fizeram em nome da segurança,  e o desembargador desfez...

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Raimundo de Holanda é jornalista de Manaus. Passou pelo "O Jornal", "Jornal do Commercio", "A Notícia", "O Estado do Amazonas" e outros veículos de comunicação do Amazonas. Foi correspondente substituto do "Jornal do Brasil" em meados dos anos 80. Tem formação superior em Gestão Pública. Atualmente escreve a coluna Bastidores no Portal que leva seu nome.

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