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O fato é que o Judiciário meteu o bico no concurso da Polícia Civil, que está virando uma zorra.
ASSALTANTES SÓ TIVERAM RAIVA
O assalto ao Amazonas Em tempo rendeu pouco mais de 600 reais aos dois ladrões que invadiram a sede da empresa ontem pela manhã. Os celulares que levaram eram de cartão e bem baratos. Mas por se tratar de um jornal, o roubo acabou ganhando espaço na mídia. E uma caçada implacável aos criminosos. Esse tipo de roubo, muito comum em Manaus, revela que as quadrilhas não são nada organizadas, o que dá uma grande vantagem à polícia, que não tem tido a necessária competência para inibir a ação dos criminosos. O maior prejuízo do Em Termpo com o assalto foi o susto.
BASE FAMINTA
O tucano Arthur Neto está preocupado com o corte de gastos determinado pela presidente Dilma Rousseff. O problema, diz o tucano, é se a base aliada ‘faminta’ vai permitir. Ele também questiona o fato de o Orçamento da União estar engessado pelas despesas fixas que “cresceram exponencialmente nos últimos oito anos”. Dúvida mesmo é se a presidente vai ter a determinação necessária para fazer os cortes.
PAROU POR QUE?
Depois de promessas de inauguração, adiamentos e prorrogações do prazo de conclusão a obra da ponte sobre o rio Negro está parada. Lá se gastaram quase R$ 1 bilhão. É uma herança do governo Braga, que Omar Aziz, por uma questão de princípios, vai ter que concluir. A ponte é cara, mas pesará ainda mais para o contribuinte se não for concluída no médio prazo. Afinal, já passou da conta.
MARCELO CRITICA MP
O deputado eleito Marcelo Ramos (PSB) está insatisfeito com o desempenho do Ministério Público Estadual (MPE). Diz Ramos que ‘se o MP cumprisse a Lei da Transparência não sumiriam R$ 11 milhões sem que ninguém saiba pra onde foi.’
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Mas não deixa de ser salutar a decisão tomada pelo Conselho de Procuradores de mandar investigar o sumiço do dinheiro e fazer isso dando a necessária publicidade. A matéria foi publicada no Diário Oficial do Estado.
"PAE" E "FELHOS"
A decisão do procurador Francisco Cruz de mandar cancelar o contrato feito pelo Ministério Público com o banco Sul América, pelo qual procuradores e promotores receberiam integramente o valor da Parcela Autônoma de Equivalência (PAE), deixou muita gente irritada. Cruz entendeu que o contrato, pelo qual o banco desembolsaria perto de R$ 30 milhões para pagar promotores e procuradores, e depois receberia o dinheiro nos moldes dos contratos de empréstimo consignado, à medida que as parcelas fossem disponibilizadas pela instituição aos interessados, comprometia o MP.
PIM PIM
Prestes a assumir seu novo mandato como deputado federal pelo DEM, Pauderney Avelino, provocado por internauta, avisa que vai ser o defensor do Polo Industrial de Manaus (PIM). Com a perda do mandato de senador de Arthur Neto, bem que a Zona Franca de Manaus necessita de alguém para articular sua defesa com um grau, ainda que mínimo, de conhecimento sobre seus fundamentos.
QUE QUE É ISSO DONA MÔNICA ?
Diz a diretora do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/AM) Mônica Melo, que é muito difícil para as mulheres ocupar um cargo público do primeiro escalão sem ter trabalhado muito. A diretora tem toda razão, só faltou explicitar, também, que os homens devem preencher esse mesmo pré-requisito. Ou ela pensa que é assim, de graça?
MULTA DE R$ 1,1 MILHÃO
O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) multou a Usina Electron Flutuante da Amazonas Energia na última sexta-feira (15). A empresa recebeu três multas pelos seguintes motivos: por poluição hídrica causada pelo derramamento de óleo, por operar com licença ambiental vencida e por dificultar a ação do poder público.
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As multas da Amazonas Energia somaram mais de R$1,117 mil, sendo o Auto de Infração por estar com a licença ambiental vencida de R$17,781,00, pelos danos ambientais causados pelo derramamento de óleo no Rio Negro de R$ 1 milhão e por dificultar a ação de fiscalização de R$100 mil.
Coluna do Holanda
Raimundo de Holanda é jornalista de Manaus. Passou pelo "O Jornal", "Jornal do Commercio", "A Notícia", "O Estado do Amazonas" e outros veículos de comunicação do Amazonas. Foi correspondente substituto do "Jornal do Brasil" em meados dos anos 80. Tem formação superior em Gestão Pública. Atualmente escreve a coluna Bastidores no Portal que leva seu nome.



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