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HOTEL TROPICAL NÃO PAGOU DÍVIDAS E VAI A LEILÃO

Coluna do Holanda
Por Holanda
28/11/2010 11h44 — em Coluna do Holanda
 O Tropical Hotel, um dos maiores e mais luxuosos de Manaus vai a leilão no dia 6 de dezembro por causa de uma dívida com contas de energia não pagas à Eletronorte, ex-subsidiária da Manaus Energia,   e um passivo de mais de R$ 3 bilhões de sua principal controladora,a Varig Participações  em Serviços Complementares S/a (VPSC) com o Paes  - Programa de Parcelamento de Dívidas  do INSS e Receita Federal. O valor do lance do imóvel, localizado em área nobre de Manaus - a Ponta Negra - é de R$ 186,8 milhões.

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O Tropical Hotel Manaus também foi oferecido em 2006   como garantia de um empréstimo feito pela Varig, no valor de 100 milhões de dólares junto ao   Brasilian American Merchant Bank,  com sede em Georgetown, nas Ilhas  Grand Cayman, um paraíso fiscal localizado no mar do Caribe, entre Cuba, Belize e a Jamaica. O principal controlador desse  banco, pasmem, é o Banco do Brasil, que tem as hipotecas do Tropical. 

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O pior dessa história é que o hotel pode fechar suas portas - caso não apareça um interessado, com dinheiro  no bolso e disposição de continuar usando o imóvel na área para a qual foi criado em  1974.

DICA PARA VOCÊ

Se você tem grana para arrematar o Tropical Hotel Manaus vai aqui uma dica:  Data do leilão: ( 1 praça) 6 de dezembro 2010,  as 10 horas e (2a praça) 17 de dezembro de 2010, as 10 horas.  Local:  Fórum Ministro Henoch Reis, na rua Paraíba, esquina coma  avenida Humberto Calderaro.

UMA OBSESSÃO

O ex-governador Eduardo Braga continua se articulando para ocupar uma vaga de ministro no governo Dilma  Rousseff. É quase uma obsessão. Se não der certo, também não pretende esquentar cadeira no Senado. Está preparando dona Sandra Braga, primeira suplente, para assumir a vaga.

NEGÃO ARRASADO

O prefeito Amazonino Mendes ainda está arrasado com as vaias recebidas na sexta-feira, na presença do presidente Lula. E concluiu, um tanto tardiamente, que a culpa pela insatisfação da população é, em grande parte, de seus colaboradores.

PERIGOSAS DESILUSÃO

A fama de "roubar mas fazer" -  tão injusta quando atribuída a Amazonino Mendes, um político que sempre pautou  a vida na mais completa entrega de sua força de trabalho à sociedade - , mas que ainda assim o tornou nos últimos  20 anos um líder ao mesmo tempo odiado, amado e respeitado, cedeu lugar a uma perigosa desilusão: Amazonino agora é conhecido como o homem das promessas não cumpridas, o que , convenhamos, é bem pior do que a fama de roer e não fazer.

O ESPELHO

Amazonino saiu da solenidade de inauguração de um conjunto habitacional, no Santa Etelvina, na sexta-feira, direto para casa, com um grupo de amigos. Não pediu, como costuma fazer, whisky  e gelo para curar a ferida que levava, depois das vaias recebidas. Pediu um espelho. Contam seus amigos que deixou escapar um lamento: "Esse negão envelheceu e vocês nem disseram".

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Não iam dizer, passaram  muito tempo sem olhá-lo, segurando outra coisa,  entre o abdome e as coxas.
 
MUITO VIVO

A operadora de telefonia celular Vivo está com toda bola. Só pra ter um uma ideia, ela fez uma declaração, publicada nos jornais, dizendo que das falhas detectadas pelo interior do Amazonas , o maior problema é a falta de energia elétrica. Quer dizer, se você acha que vai levar alguma vantagem, pode se sentir a vontade para encontrar um peixe elétrico no meio do reino animal para garantir que seu celular vai funcionar.

 CABOCO ESPERTO

Taí um caboco  que não nasceu aqui, mas sabe tudo que interessa: Miguel Biango, pela madrugada saudando o povo que conhece o Reino Unido e é ligado ao Biango. Buenas.

 COISAS DA VIDA


As cooperativas estão cada vez mais ativas em Manaus. Nestes sábado, com a interveniência da Coopmidia  e da doutoranda Inácia Caldas, o Caezar Bussiness foi palco de mais uma ação cooperativista a favor das Unimeds.
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Raimundo de Holanda é jornalista de Manaus. Passou pelo "O Jornal", "Jornal do Commercio", "A Notícia", "O Estado do Amazonas" e outros veículos de comunicação do Amazonas. Foi correspondente substituto do "Jornal do Brasil" em meados dos anos 80. Tem formação superior em Gestão Pública. Atualmente escreve a coluna Bastidores no Portal que leva seu nome.

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