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É de Marcel a indicação da diretoria de Finanças da Casa. Braga também está trabalhando para evitar qualquer aproximação de Marcel com o prefeito Amazonino Mendes. O ex-governador aproveitou a ação de agentes de trânsito em frente ao Ministério da Restauração, semana passada, para espalhar o boato de que se tratava de perseguição do prefeito contra o vereador e a igreja.
ATOS SECRETOS ?
A Câmara Municipal de Manaus já preencheu todos os cargos de confiança - cerca de 200 - mas até ontem apenas 30 decretos haviam tomado o rumo do Diário Oficial. Não custa lembrar que atos secretos são ilegais . Podem resultar em sanções severas, inclusive a perda de mandato...
CHUMBO CONTRA O NEGÃO
Serafim Corrrêa (PSB) abriu suas baterias contra o prefeito Amazonino Mendes (PTB). Diz Serafim Corrêa que Mendes “desmontou muitas coisas boas da minha administração. Uma delas o Orçamento Democrático, que em 2008 reuniu 25 mil pessoas.” Pode até ter reunido esse povo todo, mas a participação final da população na execução do orçamento sempre foi mínima, para não dizer inexistente. O resto é firula e discurso vazio. Quer dizer, o Negão, pra variar, não fez nada.
DEBOCHE ? QUEM MESMO ?
Para o professor universitário e subchefe do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Allan Rodrigues,o presidente da Assembleia Legislativa do Estado, Belarmino Lins, é uma ofensa ambulante: “Cada vez que vejo a fuça do Belarmino Lins nos jornais, com legenda dizendo que ele é deputado, me sinto ofendido. Ele é um deboche ambulante.” Um exagero do professor. Lins é gente da melhor qualidade...
ENTRE O REAL E O CRUZEIRO
O senador Arthur Neto (PSDB) afirmou, ontem, que: “Se o governo diz que o [salário] mínimo só pode ser de CR 540,00 e sua base cobra CR 580,00, ou ele é sádico ou ela é demagógica.” À parte a disputa pelo aumento do valor do salário mínimo, o senador ainda está na era do cruzeiro (CR$), dezesseis anos depois da chegada do real (R$). Quanto ao sadismo e à demagogia, o mais certo é que exista um mix dos dois nessa seara.
JÁ VAI TARDE
O programa noticioso mais antigo do Brasil pode deixar de ser transmitido no horário de 19h às 20h e simultaneamente por todas as emissoras de rádio do país. Projeto nesse sentido tramita no Congresso Nacional e, se aprovado, dizem os analistas que será o início do fim da Voz do Brasil. Brasil oficial, diga-se. Caso venha a acabar, já vai tarde e sem deixar saudades.
VEM CATINGA POR AÍ
A Cigás – Companhia de Gás do Amazonas publicou nota, ontem, avisando que realizará ação preventiva de segurança nos equipamentos de odorização, aqueles que colocam fedor no gás. A atividade começou ontem e se prolonga até esta quinta-feira. Como se sabe, gato caldo escaldado tem medo de água fresca. Com o escapamento de gás ocorrido na semana passada, a Cigás emite logo sua carta de seguro, caso o povo tenha que suportar o fedor do ‘odorizante’ de gás novamente.
BENEFÍCIO DE DOAR SANGUE
A Prefeitura de Manaus editou lei que assegura meia passagem no transporte coletivo aos doadores de sangue que comprovarem, por documento emitido pelo Hemoam, a doação de sangue realizada pelo menos duas vezes ao ano. É um começo. Bom mesmo era se o trânsito da cidade deixasse de ser o caos que é hoje, então o povo não perderia tanto tempo no transporte coletivo caro e sem qualidade.
SECRETARIA DA MULHER
A recém-criada Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres abre vagas para mais 14 cargos em comissão e funções gratificadas. São cargos que servem para abrigar políticos sem mandato e amigos de quem está no poder. A nova secretaria deve combater a discriminação de gênero.
SEM INTERNET
A coluna desta quarta-feira atrasou porque ficamos sem internet desde a 01 hora da manhã e tivemos que recorrer a um lan house para atualizá-la.
Coluna do Holanda
Raimundo de Holanda é jornalista de Manaus. Passou pelo "O Jornal", "Jornal do Commercio", "A Notícia", "O Estado do Amazonas" e outros veículos de comunicação do Amazonas. Foi correspondente substituto do "Jornal do Brasil" em meados dos anos 80. Tem formação superior em Gestão Pública. Atualmente escreve a coluna Bastidores no Portal que leva seu nome.



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