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Régis deu a senha para o "caça as bruxas" numa casa legislativa cheia de vícios e de contradições.
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Essa é prá matar, mas o comando forte do deputado Belarmino Lins - acusado de mil e uma estrepolias - começa a bater saudade. É que a atual Mesa parece bem fraquinha e sem um braço forte. Hoje ninguém sabe quem manda....
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Por falar em mandar, o poder subiu à cabeça do deputado Marcos Rotta. O homem anda insuportável com os servidores. Aqui e ali não deixa de lembrar que é o vice-presidente da Assembleia legislativa...
Barra pesada
Para o ex-senador tucano Arthur Neto, “o governo anuncia cortes e ao mesmo tempo contrata mais pessoal. Claro que não quer cortar nada. Quer é a CPMF. O governo não pode mais brincar de mágica. Se artificializar crescimento de 5% neste ano, amargará inflação que lhe corroerá o resto do mandato. E com o Ministério das Micro e Pequenas Empresas, serão 39 ministérios. Aguenta meu povo que a barra é pesada!”. É a farra com dinheiro do contribuinte continua livre e solta.
No microblog
O deputado Sinésio Campos (PT) voltou a usar o Twitter e ontem parece que desencantou. Falou de seu trabalho sobre exploração mineral em terras indígenas, de seus locais na web e até de Carnaval, que foi onde o Baixinho assumiu sua veia foliã. De repente ele vai aumentar seu número de posts, hoje em 271. Quer dizer, não dá nem meio twit para cada um de seus 511 ‘seguidores’.
Semana de Carnaval
O prefeito Amazonino Mendes já declarou os dias 7 e 9 de março como pontos facultativos. Com isso, os funcionários municipais só voltam ao batente na quinta-feira, dia 10. Como é de praxe, nos dois dias úteis da semana que vem vai sobrar serviço e faltar funcionários nas repartições públicas.
De bem com TRE
O vereador Hissa Abrahão (PPS) estava exultante, ontem. O motivo foi a aprovação das suas contas de campanha, quando concorreu ao governo estadual em uma chapa, digamos, alternativa, embora não tenha faltado gente para chamá-lo de laranja. Campanha à parte, o fato é que a constatação do vereador, de que se pode fazer política de forma limpa é uma verdade que atinge poucos políticos.
Foi bom pra você?
Depois da frase inaugural, quando assumiu a Presidência da República em janeiro e largou: “A mulher pode”, agora a presidente Dilma Rousseff inovou com a criação de um neologismo. Nesta quinta-feira, ao saber que o Produto Interno Bruto (PIB), em 2010, crescera 7,5% no ano passado em relação a 2009, a presidente disse que “O PIBão foi bom.” O problema é manter uma taxa dessa em tempos normais, quando ao ano anterior teve o desempenho de 2010, aí vai ser no máximo de 5%, com sorte, dizem os analistas.
Fome de impostos
A Prefeitura de Manaus editou o decreto 757/2011, publicado no Diário Oficial do Município (DOM) de quarta-feira, dia 2, que altera as normas para pagamento do Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN). Foram atingidos pelas alterações no cálculo do imposto estabelecimentos que trabalham com diversão e entretenimento, jogos, assim como a promoção de eventos , entre outros. Estão fora as microempresas e as empresas de pequeno porte. A mudança deve colocar mais recursos nos cofres do município.
De’ Carli incomodado
O vereador Paulo De’ Carli (PRTB) está incomodado com a quantidade de deputados, 40, que compõem a Comissão de Reforma Política. Com esse número de parlamentares, diz o vereador que o consenso é impossível. Outra causa de urticária em De’ Carli é o que ele chama de piada das ‘reformas’ política, tributária e trabalhista/previdenciária. Mas que reformas, vereador?
Criação da pobreza
O senador João Pedro (PT) afirma que a decisão da presidente Dilma Rousseff de reajustar o valor dos benefícios do Programa Bolsa Família em percentuais que variam de 19,4% a 45,5% é louvável. Diz ele, ainda, que o ex-presidente Lula não criou a pobreza, mas sim uma política de transferência de recursos para os excluídos. Pode até ser verdade, mas no momento que a presidente diz que vai reduzir os gastos públicos e faz justamente o contrário com esse tipo de populismo é porque não leva a sério a necessidade de conter os gastos públicos.
Coluna do Holanda
Raimundo de Holanda é jornalista de Manaus. Passou pelo "O Jornal", "Jornal do Commercio", "A Notícia", "O Estado do Amazonas" e outros veículos de comunicação do Amazonas. Foi correspondente substituto do "Jornal do Brasil" em meados dos anos 80. Tem formação superior em Gestão Pública. Atualmente escreve a coluna Bastidores no Portal que leva seu nome.



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