@@@
Como se vê pelo post do coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) Gilson Vieira Monteiro, ontem no Facebook, a insatisfação com Dilma é geral: “Viram os 100 anos que ela prometeu para a ZFM? Pode durar até 200... desse jeito não serve pra nada mesmo", escreveu Gilson.
Minev acha ela não lembra mais...
O empresário Denis Minev acompanha o professor da Ufam, Gilson Vieira, no descontatamento. Minev lembrou da “fábrica da Adidas vetada em Manaus, tablets e iPads em SP, reforma tributária perigosa à frente..." E, no final, um sopro de esperança, ao dizer, também no Facebook, esperar que "Dilma lembre dos compromissos.” Não vai lembrar, ou não quer lembrar.
Braga caladinho
E o senador Eduardo Braga anda caladinho. Amigo de Dilma, Braga não quer contrariar a presidente. Quanto a Zona Franca, que se exploda. Vale mais a amizade palaciana de que goza o senador pelo Amazonas, o homem de mais de um milhão de votos. É hora de o eleitor refletir sobre o que os políticos prometem durante a campanha e o que fazem depois da eleição.
Olhos nos olhos com Dilma
O governador Omar Aziz lidera as reações contra o Governo Dilma, em razão da MP dos tablets, redigida para beneficiar a Foxconn, que vai investir 12 milhões de dólares em São Paulo. A MP concede vantagens comparativas - alíquota zero para Cofins, IPI e outros Impostos - que eram privilégio da Zona Franca de Manaus.
@@@
Omar sabe que outras 11 empresas - Positivo, Envision, Motorola, Samsung, LG, Itautec, Sanmina, Compalead, Semp Toshiba, AIOX e MXT - também têm projetos para a fabricação de tablets no Brasil. Vão para onde ? Para São Paulo e outros estados mais proximos de centros consumidores e com logistica adequada - melhores estradas, portos e aeroportos.
@@@
O governador já decidiu: vai conversar com Dilma. Se ela não entender, o Amazonas entra com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal.
De Pauderney Avelino no Twitter
"Denunciei há mais de 3 meses que a MP 517 está alterando a lei de informática,ampliando prazos e isenções.Sou voz isolada!"
Vingança do Negão
A falta de mais atividade da prefeitura de Manaus, segundo maldade que circulava ontem na web, é que faria parte da promessa que Amazonino Mendes teria feito, quando foi derrotado para governador, de se vingar do povo. Quer dizer, “então está explicado.”
Reflexão
Para o vereador Paulo De Carli (PRTB), a presença do senador Eduardo Braga no lançamento do Fórum de Combate à Corrupção no Amazonas, CMM, “aguçou a reflexão.” Se alguém quer uma frase ambígua e dúbia eis aí um exemplo clássico.
Missão quase impossível
A menos que haja mudança radical na Assembleia Legislativa do Estado (ALE), a pretensão do deputado Marcelo Ramos (PSB) de abrir o que ele chama de ‘caixa preta’ não vai se concretizar tão cedo. Ramos quer saber, em nome da sociedade, o tamanho do possível rombo existente na administração estadual, provocado, segundo ele, pelo ex-governador Eduardo Braga.. Se o caminho para obter a informação for só o Legislativo, é melhor ir para o Roadway, no fim tarde, ver os navios chegarem.
“Inducando”
O bom humor do ex-senador Arthur Virgílio Neto não poupa nem o ministro da Educação. Eis o que ele escreveu, ontem, no Twitter: “Ao ministro Fernando Haddad, sobre a cartilha que ensina a falar errado: Ministru Haddadi num fassa izo cum noszas criansa purque elas num meressii”. Já teve presidente que dizia “inducação”, então, como diria o prefeito Amazonino Mendes, está explicado e já estamos ‘inducando’.
Corrupção no Amazonas
A iniciativa anticorrupção, aberta na manhá de ontem na Câmara Municipal de Manaus, teve direito a evento público, no fim da tarde, na praça da Matriz. Quem encabeçava a manifestação eram os petistas deputado federal Francisco Praciano e o estadual, José Ricardo. Praciano questionou a dívida do Tribunal de Justiça do Estado e disse que a falta de estrutura do Ministério Público acaba por prejudicar as ações de sua iniciativa
Coluna do Holanda
Raimundo de Holanda é jornalista de Manaus. Passou pelo "O Jornal", "Jornal do Commercio", "A Notícia", "O Estado do Amazonas" e outros veículos de comunicação do Amazonas. Foi correspondente substituto do "Jornal do Brasil" em meados dos anos 80. Tem formação superior em Gestão Pública. Atualmente escreve a coluna Bastidores no Portal que leva seu nome.



Aviso