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Mas estão vivíssimos

Trabalhadores descobrem que 'estão mortos' ao terem auxílio emergencial negado

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Universo paralelo. Esqueletos fardados saem do armário


Além de aguarda por dias e até semanas pela análise de dados dos órgãos competentes, cidadãos que se inscreveram para recebe o auxílio emergencial tiveram o benefício negado por terem sido dados como mortos pelo sistema.

Os primeiros casos surgiram no decorrer dessa semana no estado de São Paulo e deixou os requerentes revoltados. Segundo eles, ao receber o resultado na tela do celular, se dirigiram a agência da Caixa Econômica e após horas em uma longa fila foram informados de que precisariam procurar os Correios para verificar a situação do CPF.

Os trabalhadores também receberam a informação de que o Dataprev, é o órgão responsável por cruzar dados e confirmar as informações pessoais de casa solicitante. A Caixa executa apenas o pagamento.

Mesmo com os documentos em mãos comprovando que eles não estavam mortos, os paulistas não conseguiram reverter a situação.

Em entrevista dada ao sistema de informação da Globo, o  Dataprev informou que se baseia nos dados repassados pelos cartórios do país e tentou explicar o que pode ter causado o erro:

"Sugerimos que os requerentes se dirijam aos cartórios, onde registraram certidão de óbito na família para verificar se o CPF não foi inserido erroneamente no documento".

O órgão acredita que na hora de fazer o registro, o cartório tenha registrado como morto o CPF de quem estava tratado dos documentos do óbito.




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