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Após testemunha ser executada, assessora de Marielle deixa o Brasil por medo de represália

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Foto: Reprodução Foto: Reprodução
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OPERAÇÃO SANGRIA: justificativa da PGR para prorrogar prisão de acusados


Uma assessora da vereadora Marielle Franco (PSOL) e o seu marido, que tiveram nomes mantidos em sigilo, estão deixando o Brasil por medo de represálias, dias após uma testemunha que depôs no caso ser executada a tiros.

A assessora estava ao lado de Marielle quando a vereadora foi assassinada a tiros no dia 14 de março, no Rio de Janeiro. O motorista Anderson Gomes também foi atingido e morreu.

TESTEMUNHA DO CASO É EXECUTADA

No último domingo, dia 8 de abril, Carlos Alexandre Pereira, colaborador do vereador Marcello Siciliano (PHS) foi também morto a tiros no Rio.

Na sexta-feira anterior ao crime, Siciliano tinha sido intimado a depor como testemunha nas investigações da morte de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Segundo o gabinete de Siciliano, Carlos Alexandre era um colaborador voluntário.



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