SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma intervenção criada pelo artista e ativista italiano Alexsandro Palombo, em Milão, busca atrair a atenção do público para a violência contra a mulher ao retratar, em cartazes pendurados na rua, imagens de protagonistas do âmbito político como vítimas de agressão.
Nas imagens, estão representadas personalidades como a líder de Myanmar, Aung San Suu Kyi, a chanceler alemã, Angela Merkel, a deputada americana Alexandria Ocasio-Cortez, a primeira-dama francesa, Brigitte Macron, a ex-primeira dama americana Michelle Obama, a presidente do congresso indiano, Sonia Gandhi, e a ex-secretária de Estado e ex-primeira dama americana Hillary Clinton.
As obras têm o enunciado 'só porque eu sou uma mulher', em inglês, completado pelas frases "sou vítima de abuso doméstico", "meu salário é menor", "já experienciei mutilação genital", "não tenho o direito de me vestir como eu quero", "não posso decidir com quem vou me casar" e "fui estuprada".
Nas imagens, estão representadas personalidades como a líder de Myanmar, Aung San Suu Kyi, a chanceler alemã, Angela Merkel, a deputada americana Alexandria Ocasio-Cortez, a primeira-dama francesa, Brigitte Macron, a ex-primeira dama americana Michelle Obama, a presidente do congresso indiano, Sonia Gandhi, e a ex-secretária de Estado e ex-primeira dama americana Hillary Clinton.
As obras têm o enunciado 'só porque eu sou uma mulher', em inglês, completado pelas frases "sou vítima de abuso doméstico", "meu salário é menor", "já experienciei mutilação genital", "não tenho o direito de me vestir como eu quero", "não posso decidir com quem vou me casar" e "fui estuprada".



