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Wilson quer que deputados provem ameaças que sofreram do governo do Amazonas

Após pedirem impeachmet

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Wilson quer que deputados provem ameaças que sofreram do governo do Amazonas
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Manaus/AM - O governador do Amazonas, Wilson Lima, disse nesta sexta-feira (20) que vai interpelar os deputados Wilker Barrreto (Podemos) e Dermilson Chagas (PP) que realizaram pedido de impeachment dele e do vice-governador na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam). De acordo com Wilson, os parlamentares terão de provar na Justiça a acusação de que o governo estaria ameaçando seus familiares. 

O governador foi indagado sobre o assunto durante coletiva de imprensa na sede do governo, convocada para falar sobre o caos na saúde do Amazonas. 

Sobre o pedido de impeachment que os deputados apresentaram na Aleam na última quarta-feira (18), Wilson disse que o governo esta analisando tecnicamente as alegações, mas frisou que os dois parlamentares buscam tumultuar o seu governo que vive esse momento de crise na saúde pública.

"Eu pedi para analisar tecnicamente a peça (o pedido de impeachment). Não há nenhum amparo legal e nenhum fundamento. O que posso dizer agora é que o que os dois estão tentando fazer é tumultuar todo o processo e toda essa situação (crise na saúde). Nós sabemos com quem eles tem ligação. Desde o início do ano que eles vem tentando encontrar artifícios para fazer suas críticas”, declarou Lima. 

Na última quinta-feira (19) os dois deputados acusaram o governo de realizar ameaças por meio de terceiros e com o aparato do sistema de inteligência de segurança contra seus familiares, esposa e filhos, após eles apresentarem o pedido de impeachment. Sobre este assunto Wilson disse querer que os deputados provem essas acusações. 

"Quanto a perseguição? Eu tenho um monte de coisa para fazer na minha vida. Eu tenho um monte de coisa para fazer no governo do Estado. Eu tenho uma estrutura grandiosa pra tocar, e eu vou pegar essa estrutura pra fazer isso? Eu não tenho necessidade de fazer isso. Em nenhum momento eu me prestaria a uma situação como essa. Agora vamos interpela-los judicialmente para que eles provem o que estão falando. Da minha parte não há nada nesse sentido”, frisou o governador. 

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