No período de 19 deste mês a 30 de setembro, as reuniões plenárias da Assembleia Legislativa serão realizadas apenas em dois dias da semana: terça-feira e quarta-feira. Assim, ficam suspensas as reuniões de quinta-feira,que serão compensadas a partir de 8 de outubro. A medida foi adotada nesta quarta-feira quando os deputados aprovaram o projeto de Resolução Legislativa 07/2010, suspendendo as reuniões de quinta.
O deputado Belarmino Lins, presidente da Assembleia, explicou que adotará providências para evitar o esvaziamento do plenário e garantiu: parlamentar que não aparecer nos dias de quinta-feira, terá desconto no salário de 1/30 avos. Mas eles terão recurso, sempre fácil, de justificar eventuais faltas com a apresentação de um atestado médico.
São sete sessões que deixarão de ser realizadas pela Assembleia durante esse período de paralisação às quintas-feiras estabelecido pela resolução. “Farei tudo para evitar o esvaziamento do plenário nesses dias que antecedem as eleições. Não vamos nos afastar e ficar expostos a críticas contumazes. Temos o dever de justificar essa paralisação à sociedade. E, com certeza, o deputado que não for às sessões terá as faltas descontadas nos salários. Nada mais justo do que tomar essa medida assertiva em relação os faltosos”, disse o presidente da ALE, Belarmino Lins (PMDB).
Segundo o deputado Belarmino Lins, só em “casos estritos e de extrema necessidade”, como, por exemplo, motivo de doenças, as faltas serão abonadas desde que seja apresentado atestado médico ou outro documento justificando a ausência dos parlamentares.
“Não seremos condescendentes. Seguiremos à risca o que determina a resolução. É uma questão de respeito à sociedade que nos atribuiu a função dessa Casa Legislativa para representar a população mantendo os preceitos éticos”, afirmou o deputado Belarmino Lins.
O deputado Belarmino Lins, presidente da Assembleia, explicou que adotará providências para evitar o esvaziamento do plenário e garantiu: parlamentar que não aparecer nos dias de quinta-feira, terá desconto no salário de 1/30 avos. Mas eles terão recurso, sempre fácil, de justificar eventuais faltas com a apresentação de um atestado médico.
São sete sessões que deixarão de ser realizadas pela Assembleia durante esse período de paralisação às quintas-feiras estabelecido pela resolução. “Farei tudo para evitar o esvaziamento do plenário nesses dias que antecedem as eleições. Não vamos nos afastar e ficar expostos a críticas contumazes. Temos o dever de justificar essa paralisação à sociedade. E, com certeza, o deputado que não for às sessões terá as faltas descontadas nos salários. Nada mais justo do que tomar essa medida assertiva em relação os faltosos”, disse o presidente da ALE, Belarmino Lins (PMDB).
Segundo o deputado Belarmino Lins, só em “casos estritos e de extrema necessidade”, como, por exemplo, motivo de doenças, as faltas serão abonadas desde que seja apresentado atestado médico ou outro documento justificando a ausência dos parlamentares.
“Não seremos condescendentes. Seguiremos à risca o que determina a resolução. É uma questão de respeito à sociedade que nos atribuiu a função dessa Casa Legislativa para representar a população mantendo os preceitos éticos”, afirmou o deputado Belarmino Lins.
