Na reunião plenária desta quinta-feira prevaleceu o interesse do deputado Marcos Rota, vice-presidente da Assembleia Legislativa. Rota conseguiu convencer os demais parlamentares de que era necessário mudar o Regimento Interno para que membros da Mesa Diretora possam presidir as comissões técnicas. O deputado quer a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos do Consumidor. A oposição resistiu, mas foram anunciadas a criação de novas comissões e acabou havendo consenso pela mudança no Regimento da Casa.
Marcos Rota vem sendo acusado de usar a Caomissão de Defesa dos Direitos do Consumidor para fazer carreira politica. Ano passado fez diversas blitzs nos supermercados Carrefour e DB, mas um dos patrocinadores de seu programa na Band Manaus, "Exija seus Direitos", é o grupo Atack, uma rede supermercados que nunca foi alvo de uma blitz da comissão, embora haja denúncias de consumidores contra a rede.
Vera Lúcia Castelo Branco e Conceição Sampaio também são beneficiadas coma mudança no Regimento. Elas fazem parte da Mesa Diretora e alegavam que a Comissão das Mulheres ficava sem representatividade, no caso de a proibição prevista no Regimento Interno persistisse.
Rota tem uma explicação singela para o casuismo: “A minha manutenção a frente da Comissão de Defesa do Consumidor é um reconhecimento, por parte dos parlamentares, do trabalho, esforço e das ações de fiscalização desenvolvidas por mim e pela minha equipe”. Para ele a alteração no regimento não trará malefícios à Casa, uma vez que está em vigor há apenas três dias."
Marcos Rota vem sendo acusado de usar a Caomissão de Defesa dos Direitos do Consumidor para fazer carreira politica. Ano passado fez diversas blitzs nos supermercados Carrefour e DB, mas um dos patrocinadores de seu programa na Band Manaus, "Exija seus Direitos", é o grupo Atack, uma rede supermercados que nunca foi alvo de uma blitz da comissão, embora haja denúncias de consumidores contra a rede.
Vera Lúcia Castelo Branco e Conceição Sampaio também são beneficiadas coma mudança no Regimento. Elas fazem parte da Mesa Diretora e alegavam que a Comissão das Mulheres ficava sem representatividade, no caso de a proibição prevista no Regimento Interno persistisse.
Rota tem uma explicação singela para o casuismo: “A minha manutenção a frente da Comissão de Defesa do Consumidor é um reconhecimento, por parte dos parlamentares, do trabalho, esforço e das ações de fiscalização desenvolvidas por mim e pela minha equipe”. Para ele a alteração no regimento não trará malefícios à Casa, uma vez que está em vigor há apenas três dias."

