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Umidade despenca a 49% à tarde e Manaus encara quinta-feira de 33°C sem chuva

Capital tem mínima de 26°C, máxima de 33°C e chance de chuva praticamente zerada; interior segue com radiação solar muito alta

Umidade despenca a 49% à tarde e Manaus encara quinta-feira de 33°C sem chuva
Reprodução

Manaus acorda nesta quinta-feira (13) com sol entre poucas nuvens e segue assim durante quase todo o dia, com o céu ficando mais carregado apenas à noite, sem que a chuva chegue a cair. Os termômetros marcam mínima de 26°C e devem chegar aos 33°C no período mais quente da tarde. A chance de chuva é praticamente nula na capital, e a umidade relativa do ar, que amanhece perto de 88%, despenca para cerca de 49% no meio da tarde — o número mais desconfortável do dia e o que mais pesa para quem tem problema respiratório.

No interior, o padrão se repete de calha em calha: sol forte, nuvens passageiras e nenhuma chuva significativa à vista. No Baixo Amazonas, Parintins varia entre 25°C e 33°C. Na calha do Solimões, Tefé fica entre 24°C e 32°C, enquanto o Alto Solimões, em Tabatinga, tem mínima de 23°C e máxima de 32°C, com índice de radiação ultravioleta no nível máximo da escala. Na região do Madeira, Humaitá oscila entre 24°C e 33°C e acumula apenas 32 milímetros de chuva em agosto, pouco mais da metade do esperado para o mês. Nos rios, a vazante avança rápido: o Rio Negro marcou 26,49 metros na medição mais recente em Manaus e já recuou cerca de 86 centímetros desde o primeiro dia do mês.

Com calor e ar seco, a recomendação é aumentar o consumo de água ao longo de todo o dia, mesmo sem sentir sede, e não esperar a boca secar para beber. O protetor solar deve ser reaplicado a cada duas ou três horas, e a exposição ao sol precisa ser evitada entre 10h e 16h, faixa em que a radiação castiga mais. O ar ressecado irrita as vias respiratórias e piora quadros de asma, rinite e sinusite — nesses casos, ajudam soro fisiológico nas narinas, toalhas úmidas ou bacias com água nos ambientes e o cuidado redobrado com crianças e idosos. Mesmo sem chuva, a dengue não dá trégua: caixas d'água, pratos de planta, calhas e recipientes destampados no quintal continuam sendo criadouro do mosquito e devem ser vistoriados.

Para quem vai encarar a rua, vale levar garrafa d'água, boné ou chapéu e óculos escuros, já que o brilho do sol reduz a visibilidade de quem dirige no fim da manhã e no começo da tarde. Nas viagens de barco, a atenção precisa dobrar com bancos de areia e trechos rasos que aparecem com a descida dos rios, além do risco de fumaça de queimadas prejudicar a navegação e a qualidade do ar em algumas regiões. O restante do dia deve seguir quente e estável em todo o estado, com temperaturas caindo lentamente depois do pôr do sol e uma noite abafada, de céu encoberto na capital, mas sem previsão de chuva até a virada para sexta-feira.

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