Manaus/AM - A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) está entre as 13 universidades públicas do país a oferecer vagas para o curso denominado “Mestrado Profissional em Rede Nacional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos (ProfÁgua)”, de pós-graduação stricto sensu criado em 2015, por iniciativa da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).
Das 266 vagas oferecidas no total, 16 vagas são para a UEA, informou a Agência Brasil de Notícias. O curso é recomendado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Ministério da Educação e os interessados devem se inscrever pelo site da Unesp, até o dia 19 de janeiro.
Para isso, é preciso pagar uma taxa de inscrição de R$ 76, e enviar, anexas, cópias dos documentos exigidos no edital relativo ao processo seletivo ProfÁgua 2022. Os candidatos também deverão apresentar proposta de projeto de pesquisa em uma das duas seguintes linhas de estudo: Instrumentos da Política de Recursos Hídricos e Regulação e Governança de Recursos Hídricos.
As aulas começarão em março de 2022 e o curso foi criado para suprir a necessidade de mão de obra qualificada, o curso de mestrado em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos, coordenado pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquista (Unesp) e ofertado em parceria com as 13 universidades públicas do Brasil.
O mestrado tem duração de 24 meses e capacitará profissionais para atuar em órgãos públicos, comitês de bacia hidrográfica, conselhos de recursos hídricos e na iniciativa privada. Cada instituição de ensino participante oferece, este ano, entre 12 e 32 vagas (veja relação abaixo).
O cronograma divulgado prevê que o resultado da primeira etapa seletiva será conhecido no dia 2 de fevereiro. As matrículas estão previstas serão entre 15 e 18 de março e as aulas devem começar a partir de 21 de março, véspera do Dia Mundial da Água.
Segundo a ANA, desde 2015, o ProfÁgua já formou 300 mestres de todas as regiões do país – profissionais que, de acordo com a agência, estão aptos a lidar com os desafios mais complexos da gestão e da regulação dos recursos hídricos no Brasil. A ANA afirmou, ainda, já ter investido mais de R$ 7,3 milhões no curso.



