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Tribunal vive momentos dolorosos e uma situação delicada diante do Conselho Nacional de Justiça

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O Tribunal de Justiça do Amazonas vive momentos dolorosos e uma situação delicada diante da pressão do CNJ contra a morosidade no julgamento dos processos contra o prefeito de Coari, Adail Pinheiro. Nesta terça o pleno do Tribunal julga a proposta do relator do processo contra Adail, desembargador Rafael Romano, pela perda do cargo. Com a decisão  do corregedor Nacional de Justiça, ministro Francisco Falcão, de monitorar de perto as ações do TJAM, é quase certo que os desembargadores acompanhem o voto do relator. 

Para o presidente da corte, desembargador Ari Moutinho, é uma segunda experiência nada agradável,   já que foi afastado do cargo de presidente do TRE-AM pelo Conselho, em abril de 2010, para a apuração de graves indícios de infração. Inocentado,  Moutinho  agora  terá que presidir uma sessão difícil. O CNJ não pediu para o tribunal condenar  Adail Pinheiro. A pressão é para que as decisões aconteçam. A outra  demanda vem da imprensa e da sociedade. Esta é parcial. Quer a condenação do prefeito. O que se espera dos desembargadores é que decidam levando em conta a Lei. 

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