A desembargadora Nélia Caminha não considerou urgente o pedido do governador interino, David Almeida, para suspender decisão do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) que impede o governo de fazer gastos, além do essencial para que máquina pública continue funcionando até a posse do novo gestor. O processo foi redistribuído para o Desembargador Sabino Marques.
Em menos de 100 dias de gestão, David Almeida gastou mais de R$ 3 bilhões com despesas não essenciais. O TCE decidiu por unanimidade, na última quarta(30), interditar o governador interino para evitar gastos exagerados que poderiam prejudicar as contas do Estado.
David Almeida entrou com um mandado de segurança no Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) pedindo que a liminar do TCE seja suspensa alegando que “não há algo concreto” que justifique a decisão do tribunal, embora as planilhas apresentadas pela Sefaz ao TCE apontem gastos exorbitantes.
