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TJAM fica entre os primeiros da Justiça Estadual

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O Tribunal de Justiça do Amazonas ficou entre os três Tribunais de Justiça estaduais com maior percentual de participação no Censo do Judiciário: 79,72%, acima da média nacional, que foi de 60,67%. Dos 2.106 servidores cadastrados pelo TJAM, 1.679 responderam ao Censo.

O Censo foi realizado pelo Conselho Nacional de Justiça, de 22 de agosto a 21 de outubro, com o objetivo de mapear o perfil e a opinião dos servidores efetivos, detentores de cargos comissionados ou requisitados de todos os órgãos e unidades da Justiça sobre o sistema judiciário do país.

Entre os estaduais, o TJAM ficou atrás apenas dos Tribunais de Justiça do Maranhão e Rio Grande do Sul. Na listagem geral, os Tribunais Regionais do Trabalho da 1ª e 16ª Região, Tribunais Regionais Eleitorais do Paraná e Rio de Janeiro, e os Tribunais Militares do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo também obtiveram percentuais mais altos, mas desenvolvem trabalhos diferentes dos estaduais e por isto não são considerados parâmetro de comparação.

O juiz auxiliar da Presidência do TJAM e coordenador do Censo no Amazonas, Divaldo Martins da Costa, avalia os resultados como positivos, devido ao alto número de participantes, e diz que a equipe local realizou um trabalho de motivação, procurando mostrar a importância da participação e que não havia riscos, pois os dados serão tratados com sigilo.

“As informações são absolutamente sigilosas, porque o Conselho é detentor do banco de dados e não vai dizer o que uma ou outra pessoa respondeu, mas vai detectar convergência de opiniões e, a partir do pensamento médio - por isto era importante que tivéssemos uma participação expressiva e o pensamento apresentado fosse representativo dos servidores brasileiros - o Conselho vai se valer do banco de dados para formular novas políticas de gestão de pessoal, de administração de pessoal e de administração jurisdicional, qual ênfase e em qual região que precisa investir mais”, destacou.

A próxima etapa será a realização do Censo direcionado aos magistrados, em data a ser definida. “A metodologia é a mesma, com o sigilo, usando a internet, mas é razoável crer que a quesitação será diferente, voltada para magistrados. Porque uma coisa é precisar saber o que pensa, como deve ser a atividade meio e outra coisa é o que pensa e como deve ser a atividade fim”, disse o juiz Divaldo.

 

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