O Defensor Público Geral Tibiriçá Holanda, em coletiva no início da tarde desta terça-feira, disse que seu sigilo bancário e telefônico está a disposição da Justiça para averiguar se ele tem algum envolvimento com a suposta fraude no concurso do órgão suspenso pelo governador Omar Aziz, depois denúncias de candidatos ao Ministério Público Estadual. Ele revelou que as denúncias são inverídicas, pois foram fundamentadas apenas em suposições, "sem provas materiais que comprovem" a suposta fraude.
“Não tenho a intenção de deixar a defensoria. Para ser exonerado é necessário um decreto e dois terços da Assembleia precisam votar. Mas não deixarei o governador passar por isso. Fui eleito por meus pares, mas se for para deixar o cargo deixarei de cabeça erguida, saindo pela porta da frente”, disse Tibiriçá.
O defensor garantiu que seu filho, Tibiriçá Filho, alcançou boa nota na classificação, mas hoje não seria chamado para integrar a Defensoria, pois apenas os 60 primeiros colocados integrariam o quadro do órgão.
“Fazendo ou não parte da defensoria, a família já decidiu: meu filho nunca mais fará concurso para o órgão”, disparou o defensor, afirmando que o Instituto Cidades, foi contratado para realizar o concurso depois que a Cespe cobrou mais de R$ 900 mil por cerca de 2500 inscritos e por cada excedente a Defensoria teria de pagar R$ 80,00.
Tibiriçá disse ainda que o proprietário do Instituto Cidades esteve em Manaus, e disse que se tivesse mais de 3 mil inscritos no concurso ele daria ao fundo do órgão 30%. “E como alcançamos o fundo da defensoria receberá do Instituto mais de cento e sessenta mil reais”, acrescentou.
“Não tenho a intenção de deixar a defensoria. Para ser exonerado é necessário um decreto e dois terços da Assembleia precisam votar. Mas não deixarei o governador passar por isso. Fui eleito por meus pares, mas se for para deixar o cargo deixarei de cabeça erguida, saindo pela porta da frente”, disse Tibiriçá.
O defensor garantiu que seu filho, Tibiriçá Filho, alcançou boa nota na classificação, mas hoje não seria chamado para integrar a Defensoria, pois apenas os 60 primeiros colocados integrariam o quadro do órgão.
“Fazendo ou não parte da defensoria, a família já decidiu: meu filho nunca mais fará concurso para o órgão”, disparou o defensor, afirmando que o Instituto Cidades, foi contratado para realizar o concurso depois que a Cespe cobrou mais de R$ 900 mil por cerca de 2500 inscritos e por cada excedente a Defensoria teria de pagar R$ 80,00.
Tibiriçá disse ainda que o proprietário do Instituto Cidades esteve em Manaus, e disse que se tivesse mais de 3 mil inscritos no concurso ele daria ao fundo do órgão 30%. “E como alcançamos o fundo da defensoria receberá do Instituto mais de cento e sessenta mil reais”, acrescentou.



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