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Técnicas tornam procedimentos menos invasivos

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Giuseppe Figliuolo afirma que, nos últimos anos, o Serviço de Urologia da FCecon tem avançado, utilizando técnicas como a cirurgia videolaparoscópica, procedimento minimamente invasivo, que conta com o auxílio de pinças e uma microcâmera.

A partir dele, as chances de se preservar a potência sexual e a continência urinária do paciente aumentam significativamente. O tempo de recuperação também é uma qualidade atribuída ao procedimento, bem como a redução de dores e das chances de se utilizar a transfusão sanguínea nas cirurgias. “Hoje, o Serviço de Urologia da FCecon realiza, em média, 10 cirurgias por semana. O tratamento, em geral, para o câncer de próstata, quando diagnosticado cedo, leva cerca de dois anos, e o paciente passa por acompanhamento por mais três anos, para garantir que a doença não retornou”, acrescenta o urologista.

Ele alerta aos homens que busquem o exame preventivo na rede pública ou privada na idade correta, pois o câncer de próstata, em fase inicial, não apresenta qualquer sintoma. Já na fase avançada, pode acarretar em sangramentos na urina, obstrução urinária, dor óssea – uma vez que a metástase óssea é uma das mais comuns em casos de câncer de próstata em estágio avançado – e emagrecimento.

Na rede pública, a consulta é feita a partir do agendamento feito pelo Sistema de Regulação (Sisreg), para especialistas do Estado. Geralmente, este agendamento é feito a partir da atenção básica, ou seja, unidades de saúde do município. O encaminhamento é feito às Policlínicas Codajás, Gilberto Mestrinho, e à Fundação Hospital Adriano Jorge, unidades da Susam.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Amazonas deve registrar, este ano, 510 casos da doença (27,94 casos para cada 100 mil homens). Deste total, 320 casos estarão concentrados na capital (35,03 casos para cada 100 mil pessoas do sexo masculino).

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