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Sucessor de Alfredo também é alvo de denúncias, mas nega

 
As denúncias de "IstoÉ", que envolvem o repasse extra de recursos para três rodovias federais no ano passado - BR-317 (trecho do Amazonas), BR-265 (trecho de Minas Gerais) e BR-101 (trecho do Rio de Janeiro), foram negadas pelo ministro Paulo Sérgio Passos, que também está ameaçado de perder o cargo.  A queda do ex-ministro Alfredo Nascimento, há duas semanas  é consequência dessas supostas irregularidades,  que podem derrubar  outros funcionários graduados do ministério


 O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, convocou uma coletiva na manhã deste sábado para prestar esclarecimentos sobre reportagem da revista "IstoÉ" que o aponta como responsável pela liberação de R$ 78 milhões para obras irregulares. Segundo Passos, esses repasses, feitos ainda gestão do ministro Alfredo Nascimento - que caiu depois de uma série de denúncias de corrupção -  foram feitos de forma legal para "otimizar a aplicação dos recursos em cada exercício".

 

Questionado sobre a possibilidade de que haja novas demissões na pasta, Passos respondeu que não pode descartá-las. "Se houver razões que justifiquem o afastamento de outras pessoas, elas podem ser substituídas, sim", disse.

 

As denúncias de "IstoÉ" envolvem o repasse extra de recursos para três rodovias federais no ano passado - BR-317 (trecho do Amazonas), BR-265 (trecho de Minas Gerais) e BR-101 (trecho do Rio de Janeiro). De acordo com o ministro, a liberação desses créditos suplementares atende a um procedimento usual na administração pública de remanejamento dos recursos de obras que estão paradas para outras que estão em ritmo mais avançado.

 

No caso de trecho da BR-101, em que um contrato de duplicação da rodovia foi aumentado em 100%, o ministro admitiu possíveis falhas na elaboração do projeto original, as quais atribuiu à diretoria de planejamento do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

 

Nos últimos 15 dias, foram afastados seis funcionários da cúpula do Ministério dos Transportes e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), após o surgimento de denúncias de superfaturamento em obras.

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