Uma semana depois de acatar, em abril, pedido do Ministério Público Federal para que fossem apuradas denúncias de desvio de recursos públicos no Estado do Amazonas, implicando diretamente o ex-governador Eduardo Braga, o Ministro do Superior Tribunal de Justiça, João Otávio de Noronha recuou, determinando a remessa dos autos ao Tribunal de Justiça do Amazonas "para que seja promovida a distribuição do feito na forma do regimento local". É que o ministro foi informado que Eduardo Braga não era mais governador e perdera, assim, o foro privilegiado.
O ministro, dias antes, havia determinado que a perícia fosse feita pelo Instituto Nacional de Criminalística. Outro personagem conhecido dos amazonenses e que é réu nesse mesmo processo é o megaempresário Otávio Raman Neves. O que motivou a denúncia do Ministério Público Federal foi a desapropriação de um terreno da construtora Colúmbia, que custara R$ 400 mil à Otávio Raman, por R$ 13,1 milhões. A valorização de 3,4 mil por cento, provocou a desconfiança do Ministério Público Federal.

O ministro, dias antes, havia determinado que a perícia fosse feita pelo Instituto Nacional de Criminalística. Outro personagem conhecido dos amazonenses e que é réu nesse mesmo processo é o megaempresário Otávio Raman Neves. O que motivou a denúncia do Ministério Público Federal foi a desapropriação de um terreno da construtora Colúmbia, que custara R$ 400 mil à Otávio Raman, por R$ 13,1 milhões. A valorização de 3,4 mil por cento, provocou a desconfiança do Ministério Público Federal.




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