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Socialite acusada de encomendar morte de rival ganha liberdade

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O juiz de Direito, Mauro Antony, da 3ª Vara do Tribunal do Júri, concedeu medida cautelar diversa de prisão a Marcelaine dos Santos Schumman e Karen Arévalo Marques, ambas acusadas pelo Ministério Público de tentativa de homicídio contra a estudante de Direito, Denise Almeida da Silva. 

A decisão do magistrado foi divulgada na tarde desta segunda-feira (16), no Fórum Henoch Reis, em Manaus. Os acusados Charles MacDonald Lopes Castelo Branco e Rafael Leal dos Santos, envolvidos no mesmo crime, continuam presos.

Na prática, a decisão significa que tanto Marcelaine quanto Karen vão poder responder o processo fora da prisão. 

Antony explica que Charles e Rafael respondem a outras ações penais e, por isso, não foram beneficiados com a mesma decisão. Charles responde a um processo por homicídio também no 3º Tribunal do Júri e Rafael cumpre pena alternativa na Vara de Execuções de Medidas e Penas Alternativas (Vemepa).

"Tenho um posicionamento, e isso é para todos os réus, de todos os casos, que quando o acusado responde a outro processo criminal, outra ação penal, eu não solto. 

Analisando a folha corrida dos acusados, eu verifiquei que a Marcelaine e a Karen não respondem a nenhum outro processo. Então, com a relação a Marcelaine e a Karen, eu concedi uma medida cautelar diversa da prisão", explicou Antony.

De acordo com a decisão do magistrado, as acusadas vão precisar se apresentar ao juízo mensalmente para justificar suas atividades, não vão poder frequentar determinados lugares, e terão que usar monitoração eletrônica, que será controlada pela Secretaria de Estado de Justiça (Sejus). 

"No uso da tornozeleira, elas não vão poder se ausentar de casa sem autorização judicial e vão ter que entregar o passaporte em 24 horas para evitar que viajem para o exterior", completou Antony.

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