O Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Coletivo, que havia anunciado uma greve para o dia 2 de fevereiro, desistiu da paralisação. Denúncia de que estaria a serviço de políticos interessados em vitimizar o prefeito Amazonino Mendes foi o principal motivo do recuo.
Outra questão, que pesou na decisão do sindicato, foram as condições precárias de trabalho de motoristas e cobradores. Os ônibus estão saindo das garagens sem condições de serviço e acabam pregando no percurso entre bairro e centro, provocando a irritação de usuários que, desinformados, culpam os motoristas.
A Prefeitura decidiu romper o contrato com o consórcio Transmanaus. Como as empresas vêm descumprindo cláusulas do contrato, não será obrigada pagar a multa prevista - que as empresas estimam em mais de R$ 500 mil.
Outra questão, que pesou na decisão do sindicato, foram as condições precárias de trabalho de motoristas e cobradores. Os ônibus estão saindo das garagens sem condições de serviço e acabam pregando no percurso entre bairro e centro, provocando a irritação de usuários que, desinformados, culpam os motoristas.
A Prefeitura decidiu romper o contrato com o consórcio Transmanaus. Como as empresas vêm descumprindo cláusulas do contrato, não será obrigada pagar a multa prevista - que as empresas estimam em mais de R$ 500 mil.


